17 de março de 2025

Se você encontrar um caminho, compartilhe!

“Mestre”, disse João, “vimos um homem expulsando demônios em teu nome, e nós o proibimos, porque ele não era um dos nossos seguidores.” Marcos 9:38 (NVI)

O cenário ideal para um capitalista seria deter o monopólio do mercado, permitindo extrair o preço mais alto daqueles que necessitam de seus produtos. Embora disfarçado de zelo, este parece ser o espírito por trás das ações dos discípulos relatadas a Jesus. Eles buscavam a exclusividade no uso do nome do Senhor.

No mundo dos negócios, pode parecer contraditório não proteger seu território, mas a realidade é que um crente não pode ter um espírito generoso na igreja no domingo e ativar um espírito mesquinho durante a semana. A mesma generosidade com que ele se entrega ao evangelho deve permear seus negócios.

O medo de perder não vem de Deus, pois “Deus não nos deu espírito de medo, mas de poder, de amor e de equilíbrio.” (2 Timóteo 1:7 NVI). Esse medo não surge da sensação de abundância que Deus inspira, mas da sensação de escassez instigada pelo diabo, que quer que os homens acreditem que há falta e que devem agarrar e guardar tudo o que puderem.

Na verdade, “Há quem distribui, e ainda lhe aumenta mais; e há quem retém mais do que é justo, mas é para a sua perda.” (Provérbios 11:24 NVI).

Pense hoje:

Como podemos ser mais generosos com o mundo através de nossos produtos no futuro?

Buscar deliberadamente maneiras pelas quais sua empresa pode ser uma bênção abre você para receber orientação de Deus sobre este assunto. E você pode pedir a orientação de Deus, tendo plena certeza de que “Deus é poderoso para fazer que lhes seja acrescentada toda a graça, para que em todas as coisas, em todo o tempo, tendo tudo o que vocês precisam, vocês transbordem em toda boa obra.” (2 Coríntios 9:8 NVI).  

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A generosidade, quando guiada pela fé, transcende a simples doação. Ela se torna um princípio fundamental para a construção de um legado de abundância e bênçãos. Ao desafiar o medo da escassez e abraçar a visão de um Deus que provê abundantemente, abrimos espaço para que a graça divina flua através de nossos negócios e vidas.

Lembre-se: a verdadeira prosperidade não se mede pelo que acumulamos, mas pelo que compartilhamos.

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